29.8.12
uma década
Já passou uma década. Há 10 anos atrás, à hora a que escrevo estas palavras, contorcia-me com dores e desejava ter-te nos braços rapidamente. Desde esse dia e hoje, passaram 10 anos e tanta coisa se passou em 10 anos... A vida pode mudar quando menos se espera. Umas vezes para melhor, outras nem por isso, mas a vida é isso mesmo, ultrapassar o que de menos bom nos aparece à frente e saborear todos os minutos bons. Um dia irás perceber porque me irritam tanto os teus amuos e a tua insatisfação. A vida é demasiado curta [olha para nós, já passaram 10 anos] para perderes um minuto que seja com amuos ou contrariado. Quando te sentires contrariado, não amues, olha para a frente e saboreia tudo o que tiveres para saborear. É que sabes, meu amor? Eu não te contrario nem metade do que o devia fazer e esse é um grande erro meu, que admito. Não te estou a preparar para o mundo lá fora, longe das grades da nossa casa ou dos limites da nossa rua. A vida por vezes é uma contrariedade pegada e é muito chato, eu sei, mas é assim. E se tu não aprenderes a vencer essa tua vontade de amuar vais passar a tua vida amuado e isso ainda por cima é chato para quem está à tua volta e que gosta de ti. Por isso meu amor, para teu bem, lê e re-lê estas palavras que a tua mãe te escreve. Aprende a não amuar e a dar a volta por cima, que é como quem diz, aproveita o que tens " se a vida te der limões, faz uma limonada". É verdade, a vida é uma contrariedade pegada, olha para nós, já passaram 10 anos... e eu pedi tanto para não teres pressa em crescer e já tens 10 anos... Nota: mesmo amuado és e serás sempre o meu amor maior. Parabéns meu amor.
31.10.11
27.10.11
carapuças que me servem
"Quando as pessoas crescem, se moldam e se formam num contexto adverso e de extrema solidão, tal não significa que tenham perdido a capacidade de dar, de se interessar ou cuidar dos outros. Significa, tão só e apenas, que aprenderam a não contar com os demais para o que quer que seja."
Roubado à Maria que mesmo do outro lado do mundo continua a escrever palavras sábias.
26.10.11
murro no estômago
Tenho por hábito lidar com os problemas de forma a que se resolvam sem baixas e sem que eu perca o sono. Se há coisa que tira o sono é falta de paz de espírito [vulgo consciência pesada] e para ter insónias já me basta a procura incessante que o meu cérebro faz para arranjar soluções para os problemas que vão surgindo. E, depois, eu até sou daquelas pessoas que não me ponho no caminho de ninguém, adepta fervorosa do Vive e deixa viver e também ajudo como posso quem precisa da minha ajuda, por isso acho que até já merecia um bocadinho de paz [e já agora sorte, também ajudava] em vez de levar um murro no estômago quando ainda estou a tentar perceber como me levanto.
[fartinha de filhos da puta, fartinha! Era mandá-los para Mercúrio, que como diz uma amiga minha, é o mais parecido com o inferno!]
25.10.11
20.10.11
Aqui o estaminé mais parece uma casa da aldeia na Páscoa, é um corropio de gente a entrar e a sair. Tudo à conta dos links que alminhas queridas da blogoesfera vão fazendo a divulgar a acção. Sim, desenganem-se, que por aqui não há tema que suscite tanta visita a não ser este. Por isso andava aqui a pensar que era bonito postar umas coisinhas sobre a acção, mas a verdade é que não tenho tempo. Entre dar assistência ao M., levar e buscar infantes mais velhos à escola, fazer almoços e jantares, estender e apanhar roupa, manter o espaço que habitamos arrumado e limpo e ainda responder a emails com pedidos de anjinhos, andar com um olho pela blogoesfera a agradecer os links das alminhas queridas, andar com o outro olho na página dos anjinhos no FB... lamento mas não dá para tudo. Não tenho cabeça [e já nem costas] para estar mais tempo sentada a escrever, por isso não me levem a mal, quando a coisa acalmar eu escrevo, para já fica o link para o Post dos anjinhos.
[- ah e tal em vez de tanto idaidaida tinhas escrito mais um post sobre os anjinhos.
Pois tinha, tinha escrito sobre a acção, mas não tinha escrito sobre a loucura que são os meus dias e não me podia queixar das horas e horas sem adultos afogada em anjinhos e infantes. Mas o que conta é o sorriso das crianças, das minhas e das que me vão passando todos os dias pelas mãos em forma de pedidos de presentes]
17.10.11
apertar ainda mais
Não tenho por hábito falar de dinheiro, nem do meu nem do dinheiro dos outros. É um assunto que me chateia, até porque à minha volta, quem mais se queixa é quem menos precisa de se queixar, mas perdoo-lhes, até porque segundo reza o ditado, "quem não chora não mama"e, vai-se a ver a parva sou eu que não me queixo.
Já passei por momentos de crise pessoal e Nacional que, quero pensar, foram bem mais sérias e sobrevivi, por isso desta também vou sobreviver, mas a verdade é que vejo a coisa muito preta para o meu lado. Na semana passada tirei umas horas para me sentar à frente de um excell e fazer continhas à vida. Acabei a coisa lavada em lágrimas [a mama não a vi]. Confesso que o cenário não é nada animador e, pior, não tenho espaço de manobra nenhum, nenhunzinho. Ora isto é muito triste, vinte anos a trabalhar, a tentar ser melhor e mais capaz, vi muita gente passar-me à frente [euros falando] e agora que a coisa se estava a compor, não só tenho uma porrada de despesas extraordinárias, como ainda vem o imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal [o jeitão que me dava aquele dinheirinho para contrabalançar as despesas, snif...]. A juntar a isto nem me adianta esquecer-me por um minuto e brindar com champanhe ao ano novo e esperar que corra tudo melhor, porque é mentira. No meu caso não vai correr melhor, porque das duas uma: ou me sai o euromilhões ou recebo um grande aumento [acho mais provável a primeira, mais não seja porque por muito que tenha mostrado nestes quase 12 anos e meio, um ano fora é caso para servir de pretexto e ainda ter de agradecer] . Portanto nem nesta área a coisa me vai correr bem, hei-de ser atolhadinha de trabalho e shiueésequeressenãojásabes. Muito animador o meu panorama num futuro próximo. Com mais uma criança e mais um colégio para pagar, resta-me apertar ainda mais o cinto [até ficar roxinha de falta de ar] e deliciar-me com os meus filhos. Um dia há-de melhorar.
[e sim, eu sei, tenho uma sorte diabólica porque nos tempos que correm tenho trabalho e saúde e por isso ergo as mãozinhas ao céu e agradeço]
14.10.11
chegaram os Anjinhos de Natal

Os anjinhos são crianças desfavorecidas, às quais o Exército de Salvação, com a nossa participação e de colaboradores de muitas empresas ajudam a ter um Natal mais alegre. As crianças mais carenciadas são seleccionadas pelo Exército de Salvação, que faz a pesquisa no terreno junto das famílias mais necessitadas e com o apoio das assistentes sociais nas escolas. Depois de seleccionados os nomes e idades das crianças são colocados num cartão com o pedido da prenda.
O anjinho é o cartão onde vem mencionado a idade e o presente da criança em causa; um brinquedo e um fato de treino para a idade. Todos os anjinhos correspondem a uma criança específica, por esse motivo em todos os presentes deve ser colocado o número correspondente à criança, este número vem mencionado no cartão-anjinho e no email onde recebem a informação.
Quem quiser contribuir pode solicitar o número de anjinhos que pretende através do mail:anjinhos.de.natal@gmail.com, eu enviarei toda a informação do anjinho o mais rápido possível.
Estes pedidos devem ser feitos no máximo até dia 15 de Novembro e a data de entrega dos presentes será feita até ao dia 30 de Novembro nos locais mencionados.
Caso exista algum impedimento para a entrega ser efectuada num destes locais, por favor contactem-me para que se possa arranjar uma solução. Nenhuma criança ficará sem presente devido a problemas logísticos
É muito importante que todos os presentes sejam entregues devidamente identificados e, preferencialmente em caixas, com o número do anjinho bem visível.
Um grande OBRIGADA a todos os que acolherem esta acção
Entregas
Os presentes deverão ser entregues em caixas [preferencialmente] identificadas apenas com o número do anjinho bem visível.
Podem ser entregues presencialmente ou por correio nos seguintes locais:
LISBOA
EXÉRCITO DE SALVAÇÃO
[http://www.exercitodesalvacao.pt/conteudos/SystemPages/page.asp?art_id=1]
Centro Comunitário Central
Rua Escola do Exército nº 11-B,
1150-143 Lisboa
Horário: Segunda a Sexta: 9h-17h
Google map: http://g.co/maps/82c68
CIAL
[http://www.cial.pt/]
Av. da República, 41 -8º Esq
1050-187 Lisboa
[Edifício Nogueira, onde fica o stand da Fiat e Alfa Romeu]
Horário: Segunda a Sexta 9h-17h
Google map: http://g.co/maps/6xwnh
PORTO
EXÉRCITO DE SALVAÇÃO
http://www.exercitodesalvacao.pt/conteudos/SystemPages/page.asp?art_id=1
Centro Comunitário do Porto
Avenida Vasco da Gama, 645 Lj 1-2 Ramalde
4100-491-Porto
Horário: Segunda a Sexta 9h-17h
google map: http://g.co/maps/57n6h
FARO
CIAL
[http://www.cial.pt/]
Rua General Humberto Delgado, 5
8000-355 Faro
[Ao pé do Mercado Municipal]
Horário: Segunda a Sexta 9h-17h
Google map: http://g.co/maps/q2gpe
ALMADA
O SEGREDO DAS FESTAS
[http://www.osegredodasfestas.net/]
Rua D. João De Castro, 84
2800-104 Pragal (Almada)
[(Frente ao SMAS e à PSP do Pragal)]
Horário: Segunda a Sexta 10h-19h30/ Sábados 10h-16h
Google map: http://www.osegredodasfestas.net/1/onde_estamos_251609.html
LOURES
ARTE, SABOR & FESTA
[http://www.artesaborefesta.com/]
Av. Das Descobertas,
Lt 17 Loja 5 Zona Comercial - Infantado,
2670-393 Loures
Horário: Segunda a Sexta 10h - 13h30 / 14h30 – 19h
Sábados 10h-13h
Google map: http://maps.google.com/maps?f=q&source=embed&hl=en&geocode=&q=N38%C2%BA+50.490%E2%80%B2+W9%C2%BA+09.721%E2%80%B2&aq=&sll=35.101934,-95.712891&sspn=41.21977,79.013672&ie=UTF8&ll=38.84183,-9.162061&spn=0.009694,0.01929&t=h&z=14
Data limite de pedido de Anjinhos: 15 de Novembro 2011
Data limite de entrega dos presentes: 30 de Novembro de 2011
acordar e sentir o coração derreter
Por muito que me custe ter o sono interrompido e não saber o que é dormir mais de 4 horas seguidas à mais de um mês, acordar e olhar para o M. faz com que tudo valha a pena. É o meu bebé e, se há quem lhes ache graça quando são maiores, eu adoro esta fase de bebé pequenino, só é pena que passe tão depressa. Está a crescer a olhos vistos e todos os dias são dias de mais uma descoberta.
11.10.11
Outono com cheiro de Verão
Apesar do bom tempo lá fora que convida à boa disposição e às boas energias, tive dois dias para esquecer. Para contrariar a nuvem negra que se instalou mesmo por cima de mim, hoje peguei neles e fomos apanhar ar. Estendemos a manta na relva, bebemos leites com chocolate em modos de pic-nic improvisado enquanto o mais novo dormia com ar sereno. Ainda tiveram tempo para corridas e jogos de bola. Ao sair de casa ainda voltei atrás para levar um livro, mas o inevitável aconteceu: o livro foi só apanhar ar. Sentada na manta não fiz mais nada senão olhar para os três, dois infantes felizes e um sereno, invejei-lhes o desprendimento de problemas e chatices e limitei-me a respirar o ar com cheiro de eucalipto.
[Às vezes preciso parar e respirar, só respirar]
10.10.11
post-lembrete para não tornar a ir de cara ao chão
Por muito que me tenha acontecido, continuo a tropeçar nas mesmas pedras. É estúpido eu sei, ninguém cai tantas vezes da mesma forma. Eu caio e de cada vez que acontece faço mil e um planos e penso em n medidas para que no futuro não seja apanhada desprevenida. Não me esqueço, mas aparece sempre qualquer coisa que me baralha as contas e lá vou eu de cara ao chão. Não dá! Já não aguento cair assim.
Tenho mesmo de tomar medidas e aplicá-las independentemente de qualquer coisa e nem o pouco espaço de manobra que tenho ao dispor servirá de desculpa para evitar que tudo mude daqui para a frente. A contar a partir de... agora.
9.10.11
um mês de ti
Assim, num ápice, já passou um mês inteirinho. Todos os dias, todas as noites, quase, quase todas as horas de um mês de ti, de nós dois, a conhecermos-nos. E eu a render-me enquanto me apaixono um bocadinho mais por ti.
Um mês inteirinho de ti e pergunto-me como é possível este amor tão imenso aumentar.
6.10.11
aviso: este post pode, eventualmente, chocar as mentes que nunca tiveram um chefe/patrão execrável
O mundo acordou hoje com a notícia da morte de Steve Jobs. No FB não se fala outra coisa, no twitter imagino que seja mais do mesmo e é notícia de destaque por todo o lado que até enjoa. Sim o Sr. era um magnata, foi fundador da tão apetitosa maçã do mundo da informática, and so on, and so on e pasme-se, afinal era humano como as outras pessoas e não conseguiu vencer o tão temível cancro.
Não fico especialmente sensibilizada com a morte dele, ou melhor, não fico nem mais nem menos do que com a morte de um qualquer desconhecido que tenha perecido nas últimas 24 horas. Eu não conhecia a personagem em causa e por muito grandioso que seja o seu legado aos olhos de tantos fãs, também não era personagem que ambicionasse conhecer. O agora herói [depois de mortos aos olhos de alguns somos sempre heróis], era uma besta enquanto patrão. São conhecidas as histórias de funcionários que tinham medo de entrar no elevador com ele, porque à saída podiam não ter emprego. Promovia perseguições internas à custa da espionagem do segredo de novos projectos, tinha explosões de raiva e amedrontava os seus funcionários quando algum discordava dele, chegando mesmo ao ponto de os despedir.
Por isso, lamento, mas não me aquece nem me arrefece, todos os dias morrem pessoas, muitas e, nenhum de nós cá fica para semente. Faz-me muito mais "confusão" pensar nos anónimos que nunca vou saber a história que morreram nas mesmas 24 horas e que concerteza faziam muito mais falta para tornar este mundo melhor do que no "génio" que infernizava a vida a quem trabalhava para ele.
4.10.11
inércia
s. f.
Um turbilhão de ideias e projectos anda a pairar na minha cabeça, uns novos, outros nem por isso, mas ambos para serem postos em prática. Sou inundada por uma vontade de fazer, de deitar mãos à obra, mas sempre a horas impróprias ou quando o meu corpo já não consegue acompanhar a mente. Nas outras, nas horas em que o cansaço e o cobrador de horas de sono ainda não me bateu à porta sou invadida por uma incapacidade tremenda de me sentar, concentrar e começar a alinhavar. Sei, por experiência, que nestas alturas o que me custa é começar, depois vem tudo por arrasto e dou voltas e voltas até conseguir o que idealizei, mas vencer esta apatia está a ser complicado e, juro, que há alturas em que me esbofeteio psicologicamente, não tanto para vencer inércia que vive em mim, mas porque chego à triste conclusão que tenho medo de ter sucesso. [Sim, parva, eu sei!]
1. Falta de movimento ou de actividade .
2. Preguiça, indolência.
3. Propriedade dos corpos que não podem, de per si, alterar o seu repouso ou o seu movimento.
O pior vai ser quando não tiver tempo nem disponibilidade mental para me lançar na loucura, aí, nessa altura, vou andar a dar cabeçadas na parede, claro!
30.9.11
se não se pode evitar, a prevenção é palavra de ordem
Seguindo as pisadas da Luna, vejam o vídeo e partilhem, este é de facto um tema que merece ser divulgado, ninguém está livre de contrair a doença e aí sim, a vida muda de um dia para o outro e não é para melhor.
Sinais de alerta
Qualquer alteração na mama ou no mamilo, quer no aspecto que na palpação;
Qualquer nódulo ou espessamento na mama, perto da mama ou na zona da axila;
Sensibilidade no mamilo;
Alteração do tamanho ou forma da mama;
Retracção do mamilo (mamilo virado para dentro da mama);
Pele da mama, auréola ou mamilo com aspecto escamoso, vermelho ou inchado; pode apresentar saliências ou reentrâncias, de modo a parecer "casca de laranja";
Secreção ou perda de líquido pelo mamilo.
Conselhos para Uma Boa Saúde Mamária
Praticar exercício físico, evitar bebidas alcoólicas e manter um peso saudável;
Conhecer o peito e aprender o que é normal, ou anormal, em cada caso;
Aprender a fazer um auto-exame e fazê-lo com frequência;
Consultar um médico sempre que notar alguma anomalia;
Visitar o médico, para um exame clínico às mamas uma vez por ano;
A partir dos 40 anos, ou quando o médico aconselhar, fazer uma mamografia anual.
[auto exame da mama]
[não vale a pena correr riscos]
29.9.11
26.9.11
sensibilidade
Talvez seja das hormonas, de ser mãe de três rapazes ou só por ser uma romântica incorrigível, mas a verdade é que me desfiz ao ler isto.
[Força Caracóis!]
20.9.11
oh gentinha frustada
Se há coisa que abomino é o gosto pela destruição que algumas pessoas têm. É olhar em volta e constatar que existem tantas que conseguem estragar o que é de todos [ou só de alguns] só pelo gozo que lhes dá. Sejam os muros da escola ou dos edifícios, os transportes públicos ou as paragens. Tudo serve para ser destruído, tudo.
Depois tento imaginar que tipo de gozo lhes dá e aí ainda entendo menos. Será que olham para os rabiscos que fazem e sentem que criaram uma obra de arte? Honestamente não acredito muito, acho sim, que o sentimento de frustração que os move ainda aumenta mais quando a "obra" é acabada, do tipo acabaram de comer e continuam insaciáveis. Cá por mim era apanhá-los e pô-los a limpar a merda que fizeram com uma escovinha de dentes, passava-lhes logo a tesão do mijo, porque no fundo é disso que se trata, os pobres coitados não conhecem outra. [ide brincar com a pilinha que é para isso que ela serve, sim?]
o "recado do Nuno Markl e da Ana: aqui
Depois tento imaginar que tipo de gozo lhes dá e aí ainda entendo menos. Será que olham para os rabiscos que fazem e sentem que criaram uma obra de arte? Honestamente não acredito muito, acho sim, que o sentimento de frustração que os move ainda aumenta mais quando a "obra" é acabada, do tipo acabaram de comer e continuam insaciáveis. Cá por mim era apanhá-los e pô-los a limpar a merda que fizeram com uma escovinha de dentes, passava-lhes logo a tesão do mijo, porque no fundo é disso que se trata, os pobres coitados não conhecem outra. [ide brincar com a pilinha que é para isso que ela serve, sim?]
19.9.11
cada vez mais apaixonada
O meu infante mais novo é lindo [sim, eu sei que todas as mães acham o mesmo dos seus rebentos, abençoadas, mas este é meu e eu também tenho direito ao lugar comum], tem as pestanas iguais às do pai e, eu a cada dia que passa, estou mais rendida a este meio metro de gente.
Só tenho pena que esta fase de mini-minorca passe tão depressa, nem mesmo as interrupções de sono de três em três horas me tiram o sorriso ou a vontade de o encher de beijos quando olho para ele.
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