parece-me um bom destino... Vou estudar a coisa.
18.7.08
Louvor do Divórcio de Jerry
2. Ninguém o repreende por lavar a bicicleta na banheira.
3. Os roupeiros são mesmo seus.
4. Pode dormir toda a noite com o rádio ligado.
5. O jornal não fica todo amarfanhado antes de chegar às suas mãos.
6. Pode dormir na diagonal.
7. Não há conflitos se se apaixonar por outra pessoa.
8. Todas as mensagens no gravador de chamadas são para si.
9. A vida é menos previsível.
10. Se ganhar uma viagem para dois num concurso, pode ir duas vezes.
in Compêndio Geral das Leis de Murphy
17.7.08
Lista de Lift das 15 coisas mais interessantes que se podem fazer nos elevadores
2. Fazer caretas simulando desespero e murmurar, batendo na testa, "Calem-se, caramba: calem-se todos!"
3. Abrir a mala ou a pasta e, olhando lá para dentro perguntar: "Têm ar suficiente aí dentro?"
4. Ao chegar ao andar onde se quer sair, tentar desesperadamente abrir as portas; depois fingir-se embaraçado quando elas abrirem sozinhas.
5. Cumprimentar toda a gente com um aperto de mão caloroso, pedindo que o tratem apenas por "Almirante".
6. quando entrar no último andar, exigir que as pessoas mantenham as portas abertas até se ouvir a moeda de 50 cêntimos que atirou chegar ao chão.
7. Olhar fixamente para uma pessoa, com um sorriso parvo, durante 20 segundos e, depois, confidenciar: "Trago umas meias novas."
8. Mostrar uma ferida aos outros passageiros e perguntar se lhes parece infectada
9. Cantar o "um-dó-li-tá" enquanto se carrega em todos os botões.
10. Gritar "Abram os pára-quedas" sempre que o elevador descer
11. Olhar fixamente para um passageiro qualquer durante uns segundos e depois gritar: " Você é um deles!", fugindo para um canto.
12. Quando o elevador está silencioso, perguntar a alguém: É o seu telemóvel?"
13. Dizer "Bing!" em cada paragem.
14. Dizer "Para que serão estes?" e carregar nos botões vermelhos.
15. Fazer o som de uma explosão cada vez que alguém carrega num botão.
in Compêndio Geral das Leis de Murphy
B de...
Durante o passado fim-de-semana, num bar situado na zona da praia de Laganas, realizou-se um insólito concurso. As mulheres foram desafiadas a «provar» as suas «capacidades» ao praticarem sexo oral.
Várias turistas inglesas que estavam presentes no referido bar foram detidas e indiciadas por prostituição. Tudo indica que terão recebido dinheiro para participarem no evento.
Segundo a Reuters, foram também detidos seis britânicos e seis gregos acusados de incentivarem comportamentos obscenos.
Todos os anos a ilha de Zakynthos, na Grécia, recebe cerca de 15 milhões de turistas, que procuram as suas águas quentes e praias paradisíacas"
in IOL - Portugal Diário
aquilo não é um estádio, é um jardim iluminado
16.7.08
Nós e as relações

15.7.08
ser solidário
22 meses menos 1 dia
Não prevejo um bom final para o leitor de dvd's, parece-me que um destes dias vamos forçosamente voltar ao "Panda" e à "Dois".
Eu

Às minhas Amigas e aos meus Amigos agradeço por estarem presentes na minha vida e agradeço-lhes por partilharem a deles comigo.
OBRIGADA por estarem comigo!
estou farta
Triste
Vivo melhor comigo mesma quando confio nos outros, mas há dias em que me apetece esbofetear-me para ver se páro de ser parva.
14.7.08
A Acção Edifica-nos
Acontece também que uma abstenção habitual acaba por transformar o homem. Até pela cara se consegue adivinhar quem é um homem que se tem vencido a si próprio diariamente, ou quem é um homem que se entrega com passividade ao dia a dia.
A primeira consequência da acção, é ser ela a edificar-nos, até fisicamente. "
Friedrich Nietzsche, in 'A Vontade de Poder'
Acordar
Céu azul lá fora.Acordo num quarto diferente. Novas cores entram na rotina dos dias. A noção de espaço é diferente. Eu estou diferente. Sinto-me diferente.
Mudar de cores às vezes é preciso, senão necessário ao equilibrio, mantenho apenas o desejo que todos os dias tenham céu azul e que o sol brilhe, lá fora e cá dentro.
13.7.08
Oração da Serenidade
Serenidade para aceitar as coisas que não podemos modificar
Coragem para modificar aquelas que podemos modificar
Sabedoria para distinguir umas das outras."
O Caminho da Liberdade
Epicteto, in 'Manual'
Ele também está em mudanças
Ainda assim,
o esforço compensa, mas ter "lata" ajuda bastante
Pelo caminho enquanto a minha mãe me gozava e se ria da minha lata, a mim, só me ocorria que de facto, quando queremos algo, se nos esforçarmos um bocadinho, acontece.
12.7.08
Todos Amam Precisamente o que lhes Falta
Arthur Schopenhauer, in 'Metafísica do Amor'
11.7.08
se beber, não apite
"Sergei Shmolik, um árbitro internacional bielorusso, abandonou o campo apoiado nos colegas devido ao que parecia ser um problema nas costas. Afinal, estava completamente alcoolizado."
In Expresso
Happy
Os últimos dias foram férteis de acontecimentos tomadas de decisão e colocação em prática de algumas dessas decisões.
Não têm sido dias fáceis, novas rotinas que se instalam em detrimento de outras tão bem assimiladas. A gestão do tempo feita a contar apenas connosco e sem ajuda ou intervenção de outras pessoas, não é tarefa fácil, principalmente quando existem duas crianças pelo meio.
Não me queixo, prefiro como está, mas até entrar tudo nos eixos, adepta do controlo como sou, prevejo que ainda vou andar uns tempos aos papéis.
Tenho-me deitado demasiado tarde, a minha cabeça tem andado a mil à hora, o meu corpo começa a manifestar-se. Cansaço muito, descanso, muito pouco.
Muitas decisões, muitas coisas que não me posso esquecer, demasiadas para controlar. Sempre fui eu que tratei de quase tudo, e não é este quase que me tira o sono. Mas de repente, parece que o mundo me caiu no colo.
São as burocracias do divórcio, a matrícula do infante mais velho, a inscrição no atl, no futebol, na natação, reuniões de avaliação dos dois, contas para pagar, contas para verificar se estão pagas, o irs que tem erros, a parede da cozinha que tem de ser arranjada, troca de emails com o condomínio que tem de a arranjar, as minhas irmãs que não se entendem, consultas médicas, vacinas, amigas com quem me apetece estar... a lista parece não ter fim e eu estou cansada. Apetece-me gritar, mandar tudo à fava e fugir para sítio incerto (e sem rede de telemóvel).
Na impossibilidade de o fazer e depois de uma hora e meia de almoço desperdiçada a tratar de burocracias e a roer-me para não descer dos saltos altos e responder à letra às provocações que me eram dirigidas, afogo as minhas mágoas num Happy Meal para que esta semana, e na falta de melhor, termine com alguma coisa HAPPY.
Amor fora de Controle
Matias Aires, in 'Reflexões Sobre a Vaidade dos Homens e Carta Sobre a Fortuna'
10.7.08
Tattoos II
- Mãe! Tens uma tatuagem nova?
- Tenho.
-Deixa ver.
(mostro-lhe, são dois caracteres japoneses)
- Gostas?
- Está muito gira, mamã, mas... não se percebe nada.
Hoje à noite, ao jantar.
-Mamã? Sabes uma coisa?
- Hum?
- Adoro as tuas tatuagens, todas!
- Ainda bem que gostas.
- Quando for grande vou fazer uma para ti aqui ( e aponta para a parte de dentro do ante-braço)
Crescer ou Decrescer
(Padre) Vasco Pinto de Magalhães, in 'Não Há Soluções, Há Caminhos'
G8 e a fome
Portugal Diário - IOL
9.7.08
diferente
Sem discussões, sem dramas, sem roupa suja.
Tudo tão certo, tudo tão direito, tudo tão... assustador.
São as certezas no caos da dúvida.
É saber donde venho sem saber para onde vou.
É um torpor dos sentidos. É a ausência do sentir.
É manter a cabeça à tona para não me afogar.
É andar para a frente sem olhar para trás.
É assinar e recomeçar.
Notícia do dia

"Uma jovem britânica de 19 anos encontrou um morcego a dormir no seu soutien. Quando sentiu um movimento estranho entre o peito pensou que fosse o telemóvel a vibrar, só ao fim de cinco horas é que teve a coragem para olhar e perceber do que se tratava (...)
Pus a mão no soutien e tirei um morcego pequenino. Fiquei bastante chocada na altura, mas ele escondeu-se debaixo da secretária. Eu fiquei a tremer da cabeça aos pés (..) Talvez devesse tê-lo deixado lá, dando-lhe uma boa casa"
Jornal Sol
Ora deixa cá descortinar isto.
A moça sentiu algo a mexer no soutien. Achou que era o telemóvel, mas não foi ver. Sentir alguma coisa a mexer DENTRO do soutien, não me parece que seja sequer parecido com um vibrar de telemóvel, digo eu, que nunca o encostei às mamas, nem tão pouco tive morcegos dentro do soutien. Se calhar é parecido e eu estou para aqui a dizer um enorme disparate. Mas ela sentiu algo e esteve 5 horas a ganhar coragem para olhar para dentro do seu próprio soutien???
Ora, 'xa cá ver, ela esperou 5 horas para ver o que se tinha passado e quando finalmente se livrou do bicho começa a tremer mas afirmou que talvez devesse tê-lo lá deixado para que o bicho tivesse uma boa casa????
E já agora era o Batman e o soutien passava a ser o Batcovil ou Batcaverna ou lá como é que se chama.
É de mim ou está muito calor?
A Boa Disposição
Alfred Montapert, in 'A Suprema Filosofia do Homem'
de saída?
8.7.08
Nunca Nos Separamos do Primeiro Amor
Não podemos evitar a unicidade, a fidelidade, como se fôssemos, só nós, o nosso próprio cosmo. Amar toda a gente, como proclamam algumas pessoas e os cristãos, é embuste. Essas coisas não passam de mentiras. Só se ama uma pessoa de cada vez. Nunca duas ao mesmo tempo."
Marguerite Duras, in 'Mundo Exterior '
Como dar um comprimido a um gato

1. Pegue o gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebé, tendo o comprimido na palma da mão esquerda. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boca do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas. Quando o felino abrir a boca, pegue rápido o comprimido da palma da mão esquerda e atire-o lá para dentro. Deixe o gato fechar a boca e engolir.
2. Recupere o comprimido do chão e o gato de trás do sofá. Aninhe o gato novamente no braço esquerdo e repita o processo.
3. Vá ao quarto buscar o gato e deite fora o comprimido meio desfeito.
4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço, segurando firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir a mandíbula e empurre o comprimido com o indicador direito até o fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada e conte até 10.
5. Recolha o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-roupa. Chame alguém para ajudar.
6. Ajoelhe-se no chão, tendo o gato firmemente preso entre os joelhos. Segure as quatro patas. Ignore os rosnados ameaçadores do gato. Peça a alguém que segure firmemente a cabeça do bicho com uma mão e force a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Deve deixar rolar o comprimindo pela régua e esfregar vigorosamente o pescoço do gato.
7. Desça o gato de cima da cortina e retire outro comprimido da embalagem. não se esqueça de que precisará comprar outra régua e mandar arranjar as cortinas. Cuidadosamente varra os cacos de tudo o que se partiu do meio da sala e guarde-os para colar mais tarde.
8. Enrole o gato numa toalha grande e peça a alguém que se deite por cima de forma a que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco. Instale o comprimido na ponta de uma palhinha, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis atravessado. Sopre o comprimido da palhinha para dentro da boca do gato.
9. Consulte a bula para verificar se comprimido de gato faz mal a seres humanos. Tome uma cerveja para lavar o gosto da boca. Faça um curativo no antebraço do/a ajudante e remova as manchas de sangue do tapete com água oxigenada.
10. Retire o gato do jardim do vizinho. Pegue outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até o pescoço de forma que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Com cuidado, utilize um elástico como fisga para lançar o comprimido pela garganta do gato.
11. Procure uma chave de fendas e ponha a porta do armário novamente no lugar. Beba a cerveja. Procure uma garrafa de aguardente. Tome um copo. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data da sua mais recente vacina contra tétano. Aplique uma compressa de aguardente na bochecha para desinfectar. Tome mais um copo. Deite a camisola no lixo e procure outra no quarto.
12. Ligue para os bombeiros, pedindo que venham retirar o desgraçado do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se magoou ao tentar desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido da embalagem.
13. Amarre as patas da frente às patas de trás desse animal e prenda-o firmemente à perna da mesa de jantar. Nas mãos, ponha luvas de couro. Do quintal, puxe a mangueira. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta, seguido de um pedaço de carne. Segurando firmemente a cabeça desse terror felino, mande-lhe meio litro de água goela abaixo, para que o comprimido desça.
14. Tome o que sobrou da aguardente. Peça à/ao assistente que o leve às urgências mais próximas. Aguente-se enquanto o médico lhe cose os dedos e o antebraço e retira os restos do comprimido de dentro do olho direito. Lembre-se: "homem não chora". A caminho de casa, use o telemóvel para falar com as lojas de móveis para se informar sobre o preço de uma nova mesa de jantar.
15. Peça à Liga de Proteção aos Animais que mandem um funcionário com urgência para recolher o raio do gato-mutante. Ligue para a loja de animais e pergunte se eles têm tartaruguinhas para vender.
7.7.08
6.7.08
Reciclagem ou ajudar quem precisa
A propósito de arrumações.O Exército de Salvação recolhe artigos diversos/móveis/roupas para ajudar famílias verdadeiramente necessitadas.
Fica o Link para quem quiser utilizar: Exército de Salvação
novo ciclo
Não há como mudar móveis de sítio para dar início ao que se segue, seja lá o que vier. Diferente é com certeza.
O quarto e a sala são os srs que se seguem nos próximos dias.
5.7.08
Alguém dá dois estalos a este homem, por favor?
in Agência Financeira - IOL
4.7.08
Racionalidade
Dizia-me um amigo, ainda esta semana, que não existe apenas preto e branco, há toda uma gama de tons cinzentos. Eu sei que sim, mas para mim os cinzentos existem na ausência de certezas, quando não me restam dúvidas também só me resta o preto e o branco. Não posso deixar os outros à espera de decisões minhas, a minha própria vida não pode ficar por tempo indefinido em stand-by à espera que eu me decida por isto ou aquilo. Acredito que sou um ser racional, é verdade e dou graças a Deus por isso. Mas tenho sentimentos como as outras pessoas e, acredito que melhores do que muito boa gente que conheço. Não sou uma pessoa fria, mas quando tomo uma decisão sou fria a colocá-la em prática, mas não atropelo ninguém e tento evitar ao máximo os chamados efeitos colaterais.
Não gosto de enrolar os outros porque tão pouco gosto de me sentir enrolada, não gosto de ganhar tempo, porque não gosto de sentir que alguém está a ganhar tempo à minha custa .
As coisas ou são ou não são. Ou é preto ou é branco. Se isto é ser racional, seja, têm todos razão e eu sou "demasiado" racional, mas mais vale racional do que doida, que é como fico quando estou embrulhada nos tons cinzentos. Não gosto de dias cinzentos e tão pouco gosto de situações cinzentas.
3.7.08
Ser adulto é uma seca
Mas ser adulto é principalmente mau, porque temos de ponderar, tomar decisões, por vezes até, mesmo não querendo e fazendo das tripas coração, temos de magoar alguém. Saber que uma acção, palavra, gesto meu vai ou magoou alguém corroí-me por dentro. É engolir ácido. Não gosto, evito-o ao máximo com todas as minhas forças. Mas como adultos que somos por vezes parece que só percebemos o que nos estão a dizer quando ouvimos outra pessoa, que nos olha olhos nos olhos, dizer algo que nos magoa. Hoje magoei quem não merecia ser magoado. De todo. Foi para o meu bem e dela também. Mas magoei. Terei de viver com isso, o que não é tarefa fácil para mim. Ás vezes é mais fácil falar com as crianças. Ser adulto em certos dias é uma merda.
E eu, sinto-me um lixo, porque magoei alguém que não merecia, porque tinha de o fazer.
ser mãe, ser gente

Tenho dois filhos, um quase com 6 anos o outro com quase 2. A maternidade muda-nos, é verdade, senti bem as mudanças que ocorreram quer na forma como encaro a vida, quer na forma como olho para ela. Não é um lugar comum, eles são de facto o centro do meu mundo, pelos meus filhos faria qualquer coisa, mas este qualquer coisa não pode ser mostrar-me como não sou. Estou longe de ser uma Mãe Perfeita ou uma Super-Mãe, até porque não acredito que existam. Não sou,nem tenho ambição a tal. Claro que gostava de às vezes ter mais paciência para as birras intermináveis, gostava de ter prazer em me sentar com eles a brincar, preferia não ter de castigar, não ter de me zangar. Sou mãe, mas sou gente, também. Tenho os meus dias. Na maior parte deles consigo negociar (é mesmo essa a palavra) e, sem dramas, levar a água ao meu moinho, noutros também dou dois gritos, castigo faltas de educação e birras parvas. Quase nunca me sento a brincar com eles, deixo-os andar, dou-lhes liberdade, dou-lhes espaço, mantenho-me na plateia qual espectador, questiono-me se sou boa mãe, se estou a agir bem. Brinco com eles no parque, jogo à bola até de saltos altos, deixo-os tropeçar para lhes dar a mão quando se tentam levantar. Não brinco com eles como gostaria. Dou-lhes muito mimo, todos os dias lhes digo o quanto os Amo. Mas não brinco o que gostaria. Converso muito com eles, como se fossem crescidos, respondo a todas as perguntas mesmo aquelas que nos deixam uma pedra de calçada entalada na garganta, mesmo as mais difíceis de responder. Não lhes leio histórias todos os dias, mas oiço muita música com eles. Mostro-lhes o que posso do mundo. Abro-lhes os horizontes com pequenas coisas. Não estou "só" a educar duas crianças. Estou mais do que tudo a formar adultos. Estou a formar três adultos, eles e eu, sim, porque eu também aprendo com o que lhes transmito. Tenho aprendido a ser Mãe, tenho aprendido que ser Mãe é não deixar de ser gente. Que ser Mãe é ter defeitos e falhas sem me auto-censurar, porque ninguém é perfeito e eu não posso educar os meus filhos sob falsas aparências. Ser Mãe é também ser paciente, sobretudo comigo própria, é saber perdoar as minhas próprias falhas. Não brinco tanto como gostaria, mas dou-lhes espaço para serem eles próprios. Não brinco tanto como gostaria porque também sou gente. E, enquanto eles brincam olho para eles com orgulho dos seres ímpares que são e perdoo-me por todas as minhas falhas enquanto Mãe, só porque sou gente.
Lei de Murphy I
in Compêndio Geral das Leis de Murphy
2.7.08
1.7.08
Recomeços
30.6.08
27.6.08
26.6.08
25.6.08
24.6.08
23.6.08
de volta
17.6.08
13.6.08
Mangerico II
Mas tendo em conta como começou o dia e sendo sexta-feira treze, não foi nada mau.
Ah... e entrei de Férias!
Mangerico
11.6.08
A Escola e os €uros
Bem continuando. Foi o caos, pais em pânico, não havia hipotese de inscrever nenhuma das crianças em escolas estatais, mesmo que tivéssemos horários que nos permitissem ir buscar os meninos às 15h30, porque as inscrições já estavam encerradas. Como o pânico não nos leva a lado algum, resolvi fazer uma lista das escolas da zona com o nº de vagas disponíveis e partilhei-a com os outros pais. Assunto arrumado, todos os meninos tiveram uma nova escola em Setembro.
O Infante mais novo deixou de ser ilegal e passou a pagar como gente grande. À parte da dor que me assola sempre que preencho o cheque da escola, tudo normal.
Diga-se em abono da verdade que de um modo geral estou bastante satisfeita com a escola. O Infante mais velho está na pré-primária e uma pré bem acompanhada é meio caminho andado para uma boa integração e aprendizagem na primária.
O que me "lixa" mesmo é sentir que me vão ao bolso descaradamente. Ora vejamos; além da mensalidade (a mensalidade numa faculdade privada de enfermagem é mais barata quase 100 €) ainda pago a alimentação (126€); prolongamento das 18h às 19h30 (26€); material (11€). Então vamos lá às considerações:
- Uma vez que eu entro no meu emprego às 9h30, deixo os miúdos por volta das 9h na escola, saio do mesmo emprego por volta das 19h, estou a entrar na escola por volta das 19h30, ora sendo assim, não devia eu exigir um prolongamento ao meu patrão? Sim porque ainda por cima eu tenho hora e meia de almoço mas o Infante mais novo dorme 3 horas.
- 11€ de material? Por mês? Mas será que os miúdos comem os lápis e bebem as tintas??
Mas a coisa não fica por aqui. No sábado em que Portugal se estreou no Euro 2008, os Infantes estrearam-se nas festas de final de ano da escola. Então para o Infante mais velho tive de alugar um fato de anão. Representaram a peça da Branca de Neve e os 7 anões. 15€ custou o aluguer do fato de anão que nem fala, o Dunga. Não satisfeitos, como é o último ano dele naquela escola (a minha conta bancária agradece) fizeram uma festa de finalistas. Sim, finalistas, com capa, emblemas, chapéu, fitas, gravata, camisa branca, calça preta... tudo... Aqui a maezinha pagou 40€ por: uma capa que nunca mais vai servir, 2 emblemas que um dia mais tarde serão descosidos e cosidos novamente numa capa à séria. Não há descernimento nenhum, de facto. Não disse nada porque é o último ano do meu filho naquela escola e não queria de forma alguma que ele se sentisse excluído em relação aos outros. Mas como estão as coisas, parece-me ridículo, no mínimo, que estas cabeças pensantes não olhem a meios e utilizem o amor e vontade de não desiludirmos os nossos filhos para nos irem ao bolso.
A Assembleia da República e o Euro

Domingos Amaral
Um dos livros que comprei na feira foi este, de Domingos Amaral. Confesso que não li todos os livros dele, mas li 50%, o primeiro e o último. Gosto da forma como narra as histórias. Gosto da simplicidade.Durante anos muitas vezes cruzei-me com Domingos Amaral no café ao pequeno-almoço, muitas dessas vezes tive vontade de lhe dizer o quanto tinha gostado do seu 1º romance. Por timidez parva nunca o fiz, limitei-me a trocar um curto bom dia, tenho pena de não lho ter dito. Agora dificilmente me cruzarei com ele e já não o poderei fazer.
Do livro, gostei tanto ou tão pouco que o comecei a ler ontem de manhã e ainda não era meia-noite já estava devidamente arrumado na estante dos livros lidos. Não consegui parar de o ler. Fantástico!
10.6.08
Irrita-me

Leya
Politiquices à parte, gostei das barracas da Leya. São mais convidativas, não são apenas um aglomerado de livros em exposição. Tem empregados jovens de farda. O Infante mais velho também gostou, gostou sobretudo de subir e descer as rampas de acesso. Sim, bem vistas as coisas, serão as únicas em que um visitante de cadeira de rodas poderá ver os livros, nas outras, nas tradicionais nem que tivessem olhos na testa conseguiam ver alguma coisa. Sinceramente, não sei se o objectivo das rampas era facilitar o acesso a pessoas com condicionantes de mobilidade, gosto de acreditar que sim. Gosto de acreditar que num país onde muitas das vezes nem um carrinho de bebé consegue circular, vão havendo cabeças pensantes que agem e facilitam a vida a quem a tem já bastante dificultada. Por isso aqui ficam os meus parabéns à equipa do Eng. Miguel Paes do Amaral.
7.6.08
Portugal Vs Turquia

6.6.08
5.6.08
4.6.08
Pocoyo
Eu adoro desenhos animados. Estes são fantásticos, pelo design, pela mensagem, pela simplicidade, pelo humor. Lá em casa não se vê outra coisa. O infante mais novo só deixa ver Pocoyo, nada de RTP2, nada de Panda. É só Pocoyo. E eu farto-me de rir com as expressões destes bonecos. Viva o Pocoyo, viva o pato, viva a Ellie. Adeusinho. Até breve3.6.08
José Mourinho no Inter
gosto do ar, ar de quem se está nas tintas para o que os outros acham/pensam.Está a ser apresentado neste momento. Gosto do ar como se senta, descontraído, com a gravata longe do pescoço, ar de quem consegue o que quer. Conseguiu, vai treinar um dos maiores. Gosto da determinação e do porte inabalável. Gosto dele porque tem certezas.
Azul, finalmente








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