18.7.08

Aquecimento global


a propósito de uma "conversa" aqui.

Louvor do Divórcio de Jerry

1. A última cerveja fresca é sempre sua.
2. Ninguém o repreende por lavar a bicicleta na banheira.
3. Os roupeiros são mesmo seus.
4. Pode dormir toda a noite com o rádio ligado.
5. O jornal não fica todo amarfanhado antes de chegar às suas mãos.
6. Pode dormir na diagonal.
7. Não há conflitos se se apaixonar por outra pessoa.
8. Todas as mensagens no gravador de chamadas são para si.
9. A vida é menos previsível.
10. Se ganhar uma viagem para dois num concurso, pode ir duas vezes.

in Compêndio Geral das Leis de Murphy

17.7.08

Lista de Lift das 15 coisas mais interessantes que se podem fazer nos elevadores

1. Fazer sons de carro de corrida cada vez que alguém entra ou sai
2. Fazer caretas simulando desespero e murmurar, batendo na testa, "Calem-se, caramba: calem-se todos!"
3. Abrir a mala ou a pasta e, olhando lá para dentro perguntar: "Têm ar suficiente aí dentro?"
4. Ao chegar ao andar onde se quer sair, tentar desesperadamente abrir as portas; depois fingir-se embaraçado quando elas abrirem sozinhas.
5. Cumprimentar toda a gente com um aperto de mão caloroso, pedindo que o tratem apenas por "Almirante".
6. quando entrar no último andar, exigir que as pessoas mantenham as portas abertas até se ouvir a moeda de 50 cêntimos que atirou chegar ao chão.
7. Olhar fixamente para uma pessoa, com um sorriso parvo, durante 20 segundos e, depois, confidenciar: "Trago umas meias novas."
8. Mostrar uma ferida aos outros passageiros e perguntar se lhes parece infectada
9. Cantar o "um-dó-li-tá" enquanto se carrega em todos os botões.
10. Gritar "Abram os pára-quedas" sempre que o elevador descer
11. Olhar fixamente para um passageiro qualquer durante uns segundos e depois gritar: " Você é um deles!", fugindo para um canto.
12. Quando o elevador está silencioso, perguntar a alguém: É o seu telemóvel?"
13. Dizer "Bing!" em cada paragem.
14. Dizer "Para que serão estes?" e carregar nos botões vermelhos.
15. Fazer o som de uma explosão cada vez que alguém carrega num botão.

in Compêndio Geral das Leis de Murphy

B de...

"Várias pessoas, entre as quais nove mulheres britânicas, foram detidas na paradisíaca ilha grega de Zakynthos por participarem num concurso de sexo oral. A notícia é avançada pela agência de notícias Reuters.
Durante o passado fim-de-semana, num bar situado na zona da praia de Laganas, realizou-se um insólito concurso. As mulheres foram desafiadas a «provar» as suas «capacidades» ao praticarem sexo oral.
Várias turistas inglesas que estavam presentes no referido bar foram detidas e indiciadas por prostituição. Tudo indica que terão recebido dinheiro para participarem no evento.
Segundo a Reuters, foram também detidos seis britânicos e seis gregos acusados de incentivarem comportamentos obscenos.
Todos os anos a ilha de Zakynthos, na Grécia, recebe cerca de 15 milhões de turistas, que procuram as suas águas quentes e praias paradisíacas"

in IOL - Portugal Diário

tentações


"A única maneira de nos livrarmos da tentação é ceder-lhe "
Oscar Wilde

aquilo não é um estádio, é um jardim iluminado



Há Flores na Luz, finalmente alguma coisinha se aproveita...
Será que durante as transmissões dos jogos do Benfica os senhores das Tv's podiam filmar só o banco do Benfica? Aquilo é que era o mulherio a aumentar as audiências... apre!

Ahahahaha!!!!

assumo


Tenho uma "tara" grande pelos pés dos meus filhos!!!

16.7.08

Deixa o Mundo Girar

Nós e as relações




Devido a esta minha nova condição de Sep.-quase-Div., tenho-me apercebido de uma realidade que até agora me passava ao lado, pelo menos com esta dimensão; anda por aí muita gente mal casada. Mas, para mim o mais grave é que as estatísticas do divórcio só não engordam ainda mais, porque muitos destes casamentos não acabam porque as pessoas se conformam com o que têm. A mim faz-me muita confusão conformar-me com algo que não me satisfaz, mas isso é a mim claro.

Viver num estado de conformismo em prol de um falso bem estar, é algo que não me entra na cabeça. Para mim, uma relação entre duas pessoas, com ou sem papéis, com ou sem filhos, tem de ter como premissa o bem estar de todos, sem excepção.

Tenho observado que demasiados casais não se separam, pelo estatuto, pelos filhos, pela manutenção de um nível de vida, por pressões da família, por pressões dos amigos e por vezes até por medo da reacção do outro membro.

Várias pessoas me têm dito: - Ah, e tal, porque tu tiveste a coragem... Coragem? Coragem precisava eu de ter, e muita, para viver numa situação em que não me sentisse confortável. Para isso sim, precisava eu de ter forças com as quais não fui devidamente provida.

Não estão estas pessoas a viver uma falsa relação? Não deveriam as relações, as íntimas, pelo menos, ser pautadas pelo companheirismo? Pela verdade de sentimentos?

Que companheirismo existe entre duas pessoas quando, pelo menos uma delas está com um pé fora da relação? Sim, porque quando se deixa de Amar e não há separação efectiva, uma parte do corpo e da mente já está a milhas, falta é a "coragem" para fazer uma retirada por completo.

Devemos manter uma relação assente em terreno tão arenoso? É justo para quem assim se sente? É justo para o outro? Não seria melhor libertarem-se e cada um tentar refazer a sua vida? E os filhos, quando os há? É justo para eles crescerem, formarem-se, debaixo de um falso tecto? Será justo para os filhos crescerem envoltos numa falsa normalidade? E quando se aperceberem? Seremos bons pais ao ensinarmos aos nossos filhos que se conformem? Será que queremos mesmo que os nossos filhos vivam exactamente como nós vivemos apesar de estarmos descontentes?

É exactamente isso mesmo que fazemos! Ao vivermos de costas voltadas para os nossos sentimentos estamos a dizer aos nossos filhos que não vale a pena procurar e conquistar a felicidade. Estamos a dizer-lhes: - Conformem-se!
Quando existe uma separação efectiva, os especialistas aconselham-nos a contar a verdade às crianças, ainda que adequada à idade da mesma.
E quando não há? Podemos mentir-lhes descaradamente?

Quantas pessoas que vivem assim acham que conseguem esconder esta verdade? Será que a pessoa que está ao lado é assim tão burra? Será que a têm em tão pouca conta? Que raio de respeito é esse? Ou será que estas mesmas pessoas mal abrem os olhos vestem um fato e uma máscara com a qual se disfarçam para toda a gente?

Valerá a pena viver a vida assim? Não será a vida demasiado curta? Não seria melhor começarmos por ser honestos connosco mesmo? Como poderemos respeitar os outros se nem a nós próprios nos respeitamos?

Eu não sou dona da verdade, nem tenho pretensões a sê-lo, mas há princípios básicos de vida dos quais não abdico, respeitar-me primeiro é talvez o número um da lista e faço tenções de o deixar de herança aos meus filhos.

Coração de Papelão

15.7.08

ser solidário

porque infelizmente há quem precise de ajuda. Porque custa tão pouco a quem dá a mão e é tanto para quem recebe. AQUI

carências

havia... já não há!

22 meses menos 1 dia

o infante mais novo descobriu como tirar e pôr dvd's no leitor. Agora é 5 minutos de Pocoyo, 5 minutos de Carros.
Não prevejo um bom final para o leitor de dvd's, parece-me que um destes dias vamos forçosamente voltar ao "Panda" e à "Dois".

Eu




Agradeço às Amigas e aos Amigos que me dizem o que pensam sem ultrapassar a linha do respeito pelas decisões que tomo. Acredito que não o façam, não por se coibirem de dar a sua opinião, mas porque como amigas/os que são conhecem-me bem e como tal sabem que não tomo decisões levianamente. Estes são os que guardo bem guardados, são os que me importam, são os que me preocupam. É com estas Amigas e com estes Amigos que partilho as minhas alegrias, as minhas tristezas. Com quem desabafo. Não estão presentes só porque sim, estão presentes porque de facto são importantes para mim e porque acredito que também o sou para elas e para eles. São as Amigas e os Amigos que me telefonam só para saber como estou, se preciso de alguma coisa, para me lembrarem que posso contar com elas e com eles. São quem me faz rir, são quem me faz deitar lágrimas de comoção e de dor. Dores não infligidas, mas dores partilhadas.
Às minhas Amigas e aos meus Amigos agradeço por estarem presentes na minha vida e agradeço-lhes por partilharem a deles comigo.

OBRIGADA por estarem comigo!

estou farta

de supostas "amigas" que me dão lições de moral, que opinam sobre a minha vida, que me lembram as idades dos meus filhos, que insistentemente se tentam meter na minha vida.

Triste

ser surpreendida pela negativa, muito triste.
Vivo melhor comigo mesma quando confio nos outros, mas há dias em que me apetece esbofetear-me para ver se páro de ser parva.

Piranha para bebés

eu já encomendei aqui

14.7.08

A Acção Edifica-nos

"Os nossos actos transformam-nos; em cada um dos nossos actos se exercem certas forças - enquanto que noutros, não - forças essas que assim são transitoriamente ignoradas; e sempre uma paixão se afirma em detrimento doutras paixões, às quais retira forças. Os nossos actos marcadamente habituais acabam por formar em redor de nós como que um edifício sólido; açambarcam as nossas forças de tal modo, que tornam difícil um desvio de intenções.
Acontece também que uma abstenção habitual acaba por transformar o homem. Até pela cara se consegue adivinhar quem é um homem que se tem vencido a si próprio diariamente, ou quem é um homem que se entrega com passividade ao dia a dia.
A primeira consequência da acção, é ser ela a edificar-nos, até fisicamente. "

Friedrich Nietzsche, in 'A Vontade de Poder'

Acordar

Céu azul lá fora.
Acordo num quarto diferente. Novas cores entram na rotina dos dias. A noção de espaço é diferente. Eu estou diferente. Sinto-me diferente.
Mudar de cores às vezes é preciso, senão necessário ao equilibrio, mantenho apenas o desejo que todos os dias tenham céu azul e que o sol brilhe, lá fora e cá dentro.