22.3.09
21.3.09
20.3.09
reencontros
Foi com um abraço, assim daqueles com impulso que me desiquilibra, que o A. me recebeu, sorriso de orelha a orelha e um bichanar no ouvido: - Mamãã... Tão bom, tão crescido que o achei, tão feliz por me ver. Seguimos para a recolha seguinte, tinha acabado de tocar, era o fim do intervalo antes da música e da ginástica, vinha a subir a escada, correu para mim e saltou-me para o colo. Sim, sou lamechas, senti os olhos inundados, mas aguentei-me. Abracei-o com força e disse-lhe: -Tive tantas saudades tuas, meu amor. E tive, verdade que as senti mais quando os vi, mas tive. Metemo-nos no carro e rumámos aos jardins de Belém. Muita conversa, conto-me todas as novidades que se atropelavam e disse-me que estava cheio de saudades. Fez-me perguntas sobre a viagem e contou-me a história de D. Afonso Henriques por causa do teatro que foi ver.
Em Belém, parámos no Starbucks [viciada, eu sei... mas há coisas piores] e foram jogar à bola enquanto observava cada cêntimetro que cresceram nestes dias.
Em Belém, parámos no Starbucks [viciada, eu sei... mas há coisas piores] e foram jogar à bola enquanto observava cada cêntimetro que cresceram nestes dias.
Londres - Lisboa
O meridiano de Greenwich nunca foi mais do que uma linha imaginária. Lembro-me das aulas de Geografia. Ter ali aos meus pés tão célebre linha tem o seu quê de inexplicável.
E foi assim, a última manhã passada em Londres, muita conversa enquanto cruzávamos os jardins da universidade, os músculos das pernas a acusarem a subida para ver a linha [talvez mais famosa do mundo], a descida bem mais fácil feita por entre disparos de fotografias, um hamburguer mal servido num Mc Donalds, mas sempre muita conversa e muitas histórias partilhadas.
A tarde foi de caminho para o aeroporto e como não podia sair de Londres sem mais precalços, o underground ficou parado minutos suficientes para me obrigar a fazer contas de cabeça e ponderar se conseguiria chegar a tempo ao avião. Underground a andar novamente e despeço-me do Starbucks em London Bridge com mais um cappuccino. Meia-hora de comboio e fila imensa para o Check-in, valeu-me a Easy-Jet, acelerar o dos voos iminentes e assim poupei meia fila. Seguiu-se a passagem pela segurança em que agradeci ter por hábito usar meias com bom aspecto, porque não é simpático ter de andar uns metros descalça no aeroporto, o sr. que ia à minha frente não se pôde gabar do mesmo, a batata no dedo grande do pé esquerdo já pedia uma viagem até ao lixo.
Meia hora para fazer as últimas compras e ia ficando em terra, porque quando sai do free-shop e olhei para o quadro até saltei quando vi "flight closed". Corri como há muito não corria mas lá consegui enfiar-me no avião.
Mas a viagem estava destinada a correr bem e até as malas entraram no tapete em velocidade cruzeiro.
Para melhorar ainda mais uma chegada que se previa solitária e sem ninguém à espera, lá estava uma cara amiga para me dar boleia até ao meu carro, estratégicamente estacionado perto do aeroporto.
E conduzir? Tão bem que me soube conduzir até casa. Quando fiz os primeiros km senti-me capaz de conduzir toda a noite.
E foi assim, a última manhã passada em Londres, muita conversa enquanto cruzávamos os jardins da universidade, os músculos das pernas a acusarem a subida para ver a linha [talvez mais famosa do mundo], a descida bem mais fácil feita por entre disparos de fotografias, um hamburguer mal servido num Mc Donalds, mas sempre muita conversa e muitas histórias partilhadas.
A tarde foi de caminho para o aeroporto e como não podia sair de Londres sem mais precalços, o underground ficou parado minutos suficientes para me obrigar a fazer contas de cabeça e ponderar se conseguiria chegar a tempo ao avião. Underground a andar novamente e despeço-me do Starbucks em London Bridge com mais um cappuccino. Meia-hora de comboio e fila imensa para o Check-in, valeu-me a Easy-Jet, acelerar o dos voos iminentes e assim poupei meia fila. Seguiu-se a passagem pela segurança em que agradeci ter por hábito usar meias com bom aspecto, porque não é simpático ter de andar uns metros descalça no aeroporto, o sr. que ia à minha frente não se pôde gabar do mesmo, a batata no dedo grande do pé esquerdo já pedia uma viagem até ao lixo.
Meia hora para fazer as últimas compras e ia ficando em terra, porque quando sai do free-shop e olhei para o quadro até saltei quando vi "flight closed". Corri como há muito não corria mas lá consegui enfiar-me no avião.
Mas a viagem estava destinada a correr bem e até as malas entraram no tapete em velocidade cruzeiro.
Para melhorar ainda mais uma chegada que se previa solitária e sem ninguém à espera, lá estava uma cara amiga para me dar boleia até ao meu carro, estratégicamente estacionado perto do aeroporto.
E conduzir? Tão bem que me soube conduzir até casa. Quando fiz os primeiros km senti-me capaz de conduzir toda a noite.
19.3.09
18.3.09
Londres [dia 4]
Vi a London Bridge e a Tower of London, mas do que eu gostei mesmo foi do sol, dos cigarros fumados e da conversa na esplanada do Starbucks. Depois almoçamos uma batata recheada em Covent Garden [onde me esforcei para fazer boa figura a fazer o pedido e afinal o empregado até era português, mas "alguém", com a conversa, esqueceu-se de me avisar]. Para agitar o dia, nada como um stress com as horas e a linha do underground interrompida. Nervoso miudinho disfarçado com muitas gargalhadas à conta dos disparates que íamos debitando. Conclusão: Lei de Murphy, se algo puder correr mal, corre mal [ou qualquer coisa parecida]. Aliviado o stress e fazemos um ensaio de sessão de fotos no parque alternando com uns chutos na bola. Estava uma luz fantástica, é um facto.
Amanhã temos mais um bocadinho e cada uma vai ficar com metade do mundo.
Amanhã temos mais um bocadinho e cada uma vai ficar com metade do mundo.
Repeat
Hoje por causa de uma [ou muitas conversas] reli por alto o fios enquanto procurava dois posts, alguns reli com a devida atenção. Deu-me que pensar.
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