Mostrar mensagens com a etiqueta o melhor da minha vida são mesmo os meus pequenos infantes e os amigos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta o melhor da minha vida são mesmo os meus pequenos infantes e os amigos. Mostrar todas as mensagens

17.5.09

Surpresas

As surpresas podem ser boas ou amargas, ainda assim e não deixando de ser uma surpresa, podem ser espectáveis. Hoje, Domingo, final de mais um fim de semana em cheio, faço o balanço da última semana. Não o costumo fazer por sistema, mas quando os dias me trazem surpresas de sabor amargo, gosto de esmiuçar os acontecimentos para apurar responsabilidades e evitar cair os mesmos erros no futuro. No resultado do balanço vejo o quão verdadeiramente entalada está a minha vida e antevejo um futuro próximo [pelo menos] bastante duro. Mas do resultado do balanço também sobressaem outras surpresas, felizmente das boas. Um jantar inesperado na sexta, pode ser visto como bom auguro para o fim de semana, que o foi de facto. Nova surpresa no sábado ao fim do dia. Surpresa com S grande que me fez sentir menina que descobriu debaixo da árvore de Natal o seu pedido secreto. Gosto destas surpresas.
Domingo, à mesa, olho em volta, pessoas que conheci muito antes de ter conhecido, que entraram na minha vida muito antes de terem entrado, que me deixaram entrar nas suas vidas muito antes de eu ter batido à porta. Eu, que antes de tudo imaginava cada um exactamente assim, vivo a surpresa de não me ter enganado.

3.5.09

Dia da Mãe ou Dia do Mickey


Depois de dois dias de muita rua, muitos amigos chegou o dia do descanso. Mickeys de peluche comprados na loja Disney que o A. me andava a pedir incessantemente, videos de Mickeys e Donalds para uma tarde que se quer descontraída [logo que o A. termine com a birra].

5.4.09

dias cheios

São os nossos, cheios de pouca coisa para fazer mas que nos enchem a alma. E fazemos uma viagem daqui até ao Algarve só para estarmos com amigos, pelo caminho raptamos quem precisa desesperadamente de ser raptado [ou terá sido um resgate?]. Passa-se a tarde entre kilometros de auto-estrada e esplanada em amena cavaqueira [não vou falar do barco]. Crianças que brincam e andam "à solta" enquanto os pais apanham sol.
Final de tarde, dividido entre outros tantos kilometros de regresso e mais amigos com quem estar. Porque os aniversários não se deixam em branco e, porque era semana de jantar e, apesar do cansaço eu e a prole nos aguentámos estoicamente até quase às 2 da matina.
E eu não me canso de dizer, mas gosto mesmo dos nossos dias assim, cheios de quem nos quer bem.

28.3.09

Gostar de [quem gosta de] nós


É a frase "gosto de ti" que se ouve de quem não tem receio de dizer que gosta de nós. É a caixa de entrada de sms onde não se apagam sms recebidas de pessoas diferentes a dizer que gostam de nós. É um mail-post que se recebe e onde se percebe sem sombra de dúvida o quanto nos querem bem, o quanto gostam de nós. É sentir no abraço, nas palavras, no olhar, na voz. É saber que estão lá, perto ou longe, estão. Podemos concordar ou discordar, mas gostam de nós.
"Gosto de ti", dito assim, directamente, sentido e saído do aparente nada, não é fácil de pronunciar, as palavras parece que se enrolam por entre a língua, soa a despropositado. Não há maior disparate do que não dizer ou mostrar o quanto se gosta de alguém. Por isso digo-o, por isso oiço-o.
E é tão bom, gostar de quem gosta de nós.

22.3.09

tardes [boas] de domingo

Londres - o post que faltava


Viajar sozinha para outro país foi coisa que nunca tinha feito. Por um lado há toda uma nova experiência, estou sempre de acordo comigo mesma quanto aos sítios a ir, como ir, a que horas ir. Ninguém acha que eu estou com pressa ou que me estou a atrasar, posso gastar o tempo como quiser, entrar nas lojas que quero sem a pressão de que estou a dar uma seca em alguém. Também não tenho de esperar por ninguém e ninguém me dá secas. Sim a independência é muito boa. Por outro lado falta ali alguém ao lado com quem partilhar o que se vai vendo, que nos chama a atenção para algo que nos passou ou que verbaliza exactamente a mesma observação mas que não tive tempo de dizer.
A minha viagem a Londres foi um arejo de que estava a precisar. Fui muitíssimo bem recebida por quem me abriu as portas de sua casa e me pôs à vontade [e se me senti em casa].
Sim, faltou-me companhia, gosto de momentos a sós, mas não gosto de me sentir sozinha e houve alturas em que me senti enquanto vagueva à descoberta da cidade.
A viagem valeu, mais do que ter conhecido Londres, valeu pelas pessoas que conheci, pela amizade que nasceu, pela partilha de histórias da vida de cada uma, pelas conversas na varanda acompanhadas de cigarros.
E esta será, sem dúvida, a imagem que guardarei para sempre da minha primeira visita a Londres.

rotinas

e os nossos jantares que entraram na rotina dos dias sabem-me sempre tão bem.

15.3.09

Post em atraso [a melhor festa de anos]

Ainda bem que a minha casa é grande. E juro que se lá ficasse a viver deitava a parede que separa a cozinha da sala a baixo. Que nos jantares "regulares" se enfiem todos na cozinha, vá... agora 16 adultos enfiados na cozinha é dose.
Mas foi, sem dúvida, o melhor aniversário de sempre. Estavam lá todos [com a excepção que justifica a regra, obviamente]. Os amigos que estão sempre presentes, os amigos que estão presentes de tempos a tempos, os amigos que se conhecem mesmo sem conhecer.
Foi mesmo o melhor de sempre.

4.1.09

Não me canso

Da casa cheia, da algazarra dos miúdos, do amontoado na sala de fumo [vulgo cozinha], das conversas e das gargalhadas por entre martinis, cigarros e cafés. Dos meus amigos gostarem dos meus outros amigos. Dos meus filhos felizes com os amigos. De sentir a alma cheia.

2.1.09

Da despedida do ano

Guardo o doce sabor de uma noite passada em muito boa companhia, dos meus infantes perto de mim, das centenas [sim, centenas] de fotos disparadas, dos gritos por causa dos cães e dos tiros, do sabor a mar das ostras, das doze passas que comi com desejos para 2009 bem presentes.
Pela primeira vez na minha vida gostei de uma passagem de ano, pela primeira vez desde há uns anos lembrei-me da minha avó e sorri.

21.12.08

e foi mais um

fim de semana cheio. Cheio de amigos, de crianças, de amigos dos amigos, de gente boa-onda, de conversa, de comida, de brincadeira, de fotos, de votos de Feliz Natal e de sol.

1ª Paixão

Acho que o A. hoje ficou apaixonado. Mesmo caído de sono só de ouvir o nome todo ele era sorrisos e brilho nos olhos. Começa cedo.

[Minha cara Amiga, cheira-me que pelo andar da carruagem ainda acabamos comadres]

23.11.08

Domingo em grande

Passámos a manhã na rua na melhor das companhias.
A tarde foi de mães, filhos, chá e scones.
Gosto de dias assim!

25.9.08

do almoço


Almocei à beira mar com um amigo e quando venho de volta para o trabalho o meu pensamento vai sempre bater no mesmo.
É tão bom ter amigos!

21.9.08

a festa foi rija

Começou com uma festa de crianças. Houve insufláveis, balizas e escorregas. O S. Pedro mais uma vez ajudou e a tarde foi passada ao ar livre com crianças aos saltos e a correr de um lado para o outro. Só que eu gosto de confusão e casa cheia, por isso e, mais uma vez, enchia-a. Uns vieram da festa comigo para casa, outros vieram cá ter. No total erámos 10 adultos e seis crianças.
Fez-se sala na cozinha, como já é hábito cá em casa nestes dias, por isso tive muita companhia enquanto fazia o jantar e bebíamos Martinis. Estive quase a cortar os dedos a alguém que andava sempre à minha volta a depenicar, qual galinha, todos os ingredientes que eu ia dispondo na bancada. O jantar parece-me que agradou a todos, mas parece que a salada tinha ficado melhor se tivesse mais pinhões!!!!
Divertimo-nos, rimo-nos e bebemos bom vinho enquanto os miúdos brincavam na outra ponta da casa. O T. estava em êxtase, tinha cá os melhores amigos, a B e o L. Eu também não me posso queixar, além do resto do mulherio do clã também estive muito bem acompanhada. Já o disse aqui, gosto muito dos meus amigos e gosto principalmente de os ter por perto e não podendo ser sempre, que seja muitas vezes. Nem de propósito, hoje, e devido às empatias criadas o núcleo duro aumentou e a dinâmica dos nossos jantares quinzenais só pode concerteza melhorar. Fico de facto muito feliz, porque muitas vezes é assim que os nossos amigos se tornam amigos dos outros nossos amigos.
Como já é meu hábito, porque eu esqueço-me sempre de alguma coisa nestas ocasiões, o champanhe ficou por abrir no frigorífico. Mas hoje, não faz mal, até porque eu acho que dá azar comemorar por antecipação por isso só será aberto na sua devida altura.
A festa acabou com as crianças a cairem para o lado de sono e eu, agora que as minhas dormem como anjinhos, estou com aquela sensação boa que só a companhia dos bons amigos é capaz de nos provocar e nem o cansaço que o meu corpo carrega é capaz de me tirar deste estado.

20.7.08

do fim de semana


manhã fantástica, praia linda, tempo fabuloso, a companhia do melhor que há. Mesmo!
Amigas que nos presenteiam com a sua companhia pela manhã, amigas que requisitam a nossa presença à tarde para marcar mais um ano de vida (e que bela sangria...).
É muito bom sentirmos os amigos por perto, sempre. Há dias em que o sentimos mais.
Matar saudades do Infante mais velho. Horas de mimo para compensar as saudades. Manhã de festival, só nós dois. Tarde na companhia da bicharada.
O brinquedo novo veio mesmo a calhar. Muitas fotos para guardar aquele sorriso, aquele olhar de menino com alma de sábio crescido:

"- Mamã o que interessa é ser feliz!"


Pois é meu amor, e vale a pena lutar. E há amigas e amigos que não nos deixam esquecer disso.