Mostrar mensagens com a etiqueta os amigos estão sempre presentes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta os amigos estão sempre presentes. Mostrar todas as mensagens

3.4.09

[mais um post lamechas, mas destes nunca são demais]

As melhores amigas do mundo.
Telefonam-nos a toda a hora, só para saber como estamos [mesmo que saibam a resposta], estão lá, do outro lado da ondinha que lhes transporta a voz pela rede do telemóvel e falam sério quando têm de o fazer, e lançam uma laracha só para nos arrancar um mísero sorriso.
Falam sobre nós nas nossas costas com outras amigas [mesmo que não se conheçam], só porque estão preocupadas, porque gostam de nós, precisam de partilhar pontos de vista para terem a certeza do quanto estão certas e de concertar estratégias de acção.
Lêem-nos os estado da alma, pelo tom de voz, pelo olhar, pelas palavras e, acertam sempre.
E podem estar em Cabo Verde de férias ou a viver em Londres, mas lembram-se de nos perguntar como estamos, de mandar um beijo ou a dizerem-nos para gostarmos de nós.
Podem trabalhar ao nosso lado e quando nos lançam um olhar de esguelha e percebem que algo se passa convidam-nos para um cigarro mesmo que fiquemos em silêncio, estão ali, ao nosso lado.
E quem diz amigas diz amigos. Que nos oferecem um porto seguro quando nos sentem a naufragar. Que nos dão os dois ombros se for preciso, apesar deles próprios também precisarem que lhes façam o mesmo.
E todas elas e eles têm formas diferentes de serem meus amigos, mas são-no, eu sei, sinto-o, sinto-os, a todos, aqui ao meu lado.


[Porque as amizades sinceras não se agradecem, eu tudo farei para retribuir, todos os dias]

17.8.08

Nos meus sonhos


sonho com uma pequena casa cheia de gente numa aldeia alentejana. Amigos que se juntam a nós num fim-de-semana, ou mesmo numas férias. Chegam já à noite, pouco depois de nós, que só tivemos tempo para descarregar o carro e que estacionei de forma a que caiba mais um ou dois. Os miúdos, cansados da viagem pedem cama. O quarto deles tem dois beliches, onde dormem os filhos dos amigos, que hão-de dormir no outro quarto, o quarto das visitas.
De manhã acordamos todos com a excitação dos miúdos, as correrias para a piscina, o " mãe enche-me as braçadeiras!", mães e pais a chamar pelas crianças para que venham tomar o pequeno almoço antes de saltarem para a piscina. Depois sentamo-nos nós, à sombra, porque mesmo de manhã está quente e saboreamos a nossa farta mesa de pequeno-almoço, por entre gritos e risos das crianças. Entre vigílias às crianças e mergulhos na piscina, deixamos que o stress dos dias nos abandone e pomos a conversa em dia. Almoçamos na mesma mesa, o pão alentejano, a manteiga, o leite, o café e cª dão lugar a saladas de verão. Depois de almoço, uns aproveitam e fazem sestas outros preguiçam à sombra junto à piscina eu, escolho recolher-me numa das redes propositadamente colocadas entre as duas árvores que lhes fazem sombra. Chegado o fim de tarde fazemos grelhados no carvão por entre mergulhos e amena cavaqueira bem regada de sangria para refrescar. O jantar está na mesa, começa a escurecer, acendemos as luzes da rua e as velas e, vamos ficando à volta da mesa em animada tertúlia que continuará muito depois dos mais novos se terem rendido ao sono.
E são assim, os fins-de-semana e férias nos meus sonhos.