As melhores amigas do mundo.
Telefonam-nos a toda a hora, só para saber como estamos [mesmo que saibam a resposta], estão lá, do outro lado da ondinha que lhes transporta a voz pela rede do telemóvel e falam sério quando têm de o fazer, e lançam uma laracha só para nos arrancar um mísero sorriso.
Falam sobre nós nas nossas costas com outras amigas [mesmo que não se conheçam], só porque estão preocupadas, porque gostam de nós, precisam de partilhar pontos de vista para terem a certeza do quanto estão certas e de concertar estratégias de acção.
Lêem-nos os estado da alma, pelo tom de voz, pelo olhar, pelas palavras e, acertam sempre.
E podem estar em Cabo Verde de férias ou a viver em Londres, mas lembram-se de nos perguntar como estamos, de mandar um beijo ou a dizerem-nos para gostarmos de nós.
Podem trabalhar ao nosso lado e quando nos lançam um olhar de esguelha e percebem que algo se passa convidam-nos para um cigarro mesmo que fiquemos em silêncio, estão ali, ao nosso lado.
E quem diz amigas diz amigos. Que nos oferecem um porto seguro quando nos sentem a naufragar. Que nos dão os dois ombros se for preciso, apesar deles próprios também precisarem que lhes façam o mesmo.
E todas elas e eles têm formas diferentes de serem meus amigos, mas são-no, eu sei, sinto-o, sinto-os, a todos, aqui ao meu lado.
[Porque as amizades sinceras não se agradecem, eu tudo farei para retribuir, todos os dias]
Mostrar mensagens com a etiqueta os amigos estão sempre presentes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta os amigos estão sempre presentes. Mostrar todas as mensagens
3.4.09
13.12.08
Os jantares de Natal podem ser únicos
divertidos, em boa companhia, com boa conversa, com direito a fotos que quando as olhamos se cola um sorriso de satisfação na cara. Gostei mesmo muito.
17.8.08
Nos meus sonhos
sonho com uma pequena casa cheia de gente numa aldeia alentejana. Amigos que se juntam a nós num fim-de-semana, ou mesmo numas férias. Chegam já à noite, pouco depois de nós, que só tivemos tempo para descarregar o carro e que estacionei de forma a que caiba mais um ou dois. Os miúdos, cansados da viagem pedem cama. O quarto deles tem dois beliches, onde dormem os filhos dos amigos, que hão-de dormir no outro quarto, o quarto das visitas.
De manhã acordamos todos com a excitação dos miúdos, as correrias para a piscina, o " mãe enche-me as braçadeiras!", mães e pais a chamar pelas crianças para que venham tomar o pequeno almoço antes de saltarem para a piscina. Depois sentamo-nos nós, à sombra, porque mesmo de manhã está quente e saboreamos a nossa farta mesa de pequeno-almoço, por entre gritos e risos das crianças. Entre vigílias às crianças e mergulhos na piscina, deixamos que o stress dos dias nos abandone e pomos a conversa em dia. Almoçamos na mesma mesa, o pão alentejano, a manteiga, o leite, o café e cª dão lugar a saladas de verão. Depois de almoço, uns aproveitam e fazem sestas outros preguiçam à sombra junto à piscina eu, escolho recolher-me numa das redes propositadamente colocadas entre as duas árvores que lhes fazem sombra. Chegado o fim de tarde fazemos grelhados no carvão por entre mergulhos e amena cavaqueira bem regada de sangria para refrescar. O jantar está na mesa, começa a escurecer, acendemos as luzes da rua e as velas e, vamos ficando à volta da mesa em animada tertúlia que continuará muito depois dos mais novos se terem rendido ao sono.
E são assim, os fins-de-semana e férias nos meus sonhos.
De manhã acordamos todos com a excitação dos miúdos, as correrias para a piscina, o " mãe enche-me as braçadeiras!", mães e pais a chamar pelas crianças para que venham tomar o pequeno almoço antes de saltarem para a piscina. Depois sentamo-nos nós, à sombra, porque mesmo de manhã está quente e saboreamos a nossa farta mesa de pequeno-almoço, por entre gritos e risos das crianças. Entre vigílias às crianças e mergulhos na piscina, deixamos que o stress dos dias nos abandone e pomos a conversa em dia. Almoçamos na mesma mesa, o pão alentejano, a manteiga, o leite, o café e cª dão lugar a saladas de verão. Depois de almoço, uns aproveitam e fazem sestas outros preguiçam à sombra junto à piscina eu, escolho recolher-me numa das redes propositadamente colocadas entre as duas árvores que lhes fazem sombra. Chegado o fim de tarde fazemos grelhados no carvão por entre mergulhos e amena cavaqueira bem regada de sangria para refrescar. O jantar está na mesa, começa a escurecer, acendemos as luzes da rua e as velas e, vamos ficando à volta da mesa em animada tertúlia que continuará muito depois dos mais novos se terem rendido ao sono.
E são assim, os fins-de-semana e férias nos meus sonhos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)