30.9.08

tenho um fio agarrado


não é que dormir seja uma coisa para a qual ultimamente eu tenha dispendido muito do meu tempo. Mas graças ao loops agora ainda menos. Quanto mais avanço nos níveis da coisa, mais agarrada fico. E eu que jurei de manhã que hoje era o dia em que ia para a cama mal as crianças tivessem deitadas...

(alguém me tire isto da frente!!!)

- desisti no nível 45, o sono pesou mais! (01:37)

"- Tu exaustas-me!"



ele voltou

tou numa de Quá Quás!

aqui



Adenda: Tá mal... acaba no nível 25!

29.9.08

100(mai)Nada a dizer


Gosto tanto de gaijas que vão ao fundo da questão e chamam os bois pelos nomes (perdão, as vacas!)

Loops


Tenho estado agarrada aos Loops of Zen assim a miúde que a malta tem de trabalhar, cheguei ao nível 21 e agora tive de recomeçar tudo. Estou aqui agarrada aos loops e a uma taça de gelado de chocolate, agora percebo donde vem o zen.

Zen, o caraças


A Cat põe-se com estas coisas e depois eu fico pr' aqui agarradinha e nada Zen.

Ganhei


Depois de mais de uma hora dentro do carro estacionado à porta da escola, resolvi deitar uma última cartada. Voltámos para casa. Ameaça de castigo todo o dia sem sair do quarto (sem brinquedos ou tv, obviamente) e golpe fatal quando me viu enfiar as bolas de futebol todas dentro de sacos onde juntei PS2, jogos e nintendo. Disse logo que queria ir para a escola. Foi, mas antes ainda me viu ir à arrecadação guardar tudo. Prometeu que não voltava a fazer birras destas, mas pelo via das dúvidas fica tudo guardado durante uma semana. Ahhh, e não há desenhos animados. Prevejo uma semana muito entediante para ele.

Passada


é como estou. Há mais de uma hora a fazer braço de ferro com um ser que decidiu que hoje queria ir comigo para o trabalho em vez de ir para a escola.
Estamos aqui os dois, enfiados dentro do carro,eu mais entretida do que ele que sempre tenho o pc, ele sentado na cadeira dele à espera de conseguir levar a dele a avante. Não leva que eu sou muito, muito teimosa. Nem que fique aqui o dia todo, mas o meu carro só arranca depois dele entrar na escola.
Estou tão passada, tão passada, que nem sei. Logo hoje que tenho tanto para fazer.

como se não bastasse


chove torrencialmente lá fora.

28.9.08

regresso


do Sul, mato saudades dos Infantes que acabam de chegar e que desde quarta feira estavam com o pai. Mimos, muitos mimos. Nem tempo tenho para respirar e a minha casa enche-se como eu gosto. Mãe e manas que chegam, tios e primo do norte que vieram para jantar, para estar connosco. De repente a casa vazia onde entrei uma hora e tal antes está cheia de vida, de pessoas de quem gosto e que gostam de nós.
Ás vezes é tão bom sair para depois regressar.

vidas


fim de semana



com chuva e trovoada.

27.9.08

Paul Newman

Fecharam-se para sempre os mais encantadores olhos azuis. 

flores


pedidos

do contra


fujo da capital para Sul e eis que cai uma carga d'água durante a noite (ou já seria manhã???). Está um tempo de m****, o céu está cinzento e eu estou de camisola de mangas compridas.
E eu que detesto dias cinzentos....

26.9.08

tá giro..






Você é Matrix:
Você vive no seu próprio mundo e tem dificuldade em aceitar que lhe imponham regras. É inconformado e por vezes mesmo desconfiado, mas com um grande instinto de sobrevivência

25.9.08

Tatuagens

Tenho um trevo igualzinho a este tatuado, não o fiz por pancada, teve um motivo muito pessoal, devido às perguntas criei-lhe um motivo "explicável", hoje esse motivo é do qual me lembro quando olho para as folhinhas verdes no meu tornozelo direito.
-Sorte! 
Não é um amuleto, é para me lembrar que tenho muita. Não sou daquelas pessoas, tipo Gastão, que encontram uma nota a cada esquina, a minha sorte nesse aspecto resume-se a arranjar bons lugares para o carro. 
Contam-se pelos dedos de uma mão o que tive de mão beijada pela vida. Mas ainda assim sei que sou abençoada por ela. A vida, essa que tantas vezes chamamos de madrasta (que acho mal, pois há madrastas e madrastas), nem sempre é tão má como a pintamos, muito pelo contrário. Com o passar dos anos fui percebendo que muita da nossa sorte somos nós que temos de a cultivar. Há muito que deixei de fazer dramas por mesquinhices. Não meço a minha sorte pela bitola do que os outros conseguem com mais ou menos esforço. Injustiças há muitas e vão existir sempre, não vale a pena desgastar-me com o que está fora do meu alcance. Também não sou conformista e se de facto quero algo, vou atrás, trabalho, luto, idealializo e sonho, traço objectivos e consigo. Sempre assim foi. Aprendi com todos os revezes que ficar sossegadinha a lamuriar-me não resolve nada, é desperdício de tempo e de energia. Hoje sou uma optimista, mesmo nas piores situações há um momento em que respiro fundo e vejo a situação por outro prisma e procuro incessantemente uma saída airosa ou ver o lado positivo da coisa. Uma amiga por quem tenho grande estima costuma-me dizer que a vida não nos dá nada que não possamos suportar. Não sei se será assim tão linear. Há casos e casos, há problemas e problemas.
O trevo tatuado lembra-me sempre que sou uma pessoa cheia de sorte. Tenho saúde, emprego e casa, dois filhos fantásticos e saudáveis, tenho a minha família e os meus amigos. 
Sim, encho a boca para dizer que tenho sorte. Os meus problemas não passam de ninharias. São merdinhas, contrariedades. Problemas, não!
Problemas tem um pai ou uma mãe que têm nos braços um filho com uma doença grave. Problemas tem um pai ou uma mãe que ficam sozinhos a criar um filho, ou ainda pior, que ficam sozinhos sem o filho. Problemas tem quem tem de viver da solidariedade alheia para pôr comida na mesa porque não pode trabalhar. Problemas tem quem vai ao médico e lhe dizem que tem os dias contados. Problemas tem quem tem de assistir ao sofrimento causado por uma efermidade a alguém que amam. 
Temos todos a mania de assobiar para o lado quando nos lembramos que somos mortais e muitas das vezes não damos o devido valor ao que temos ou ao que está ao nosso lado pronto para ser colhido, aqui, agora. 

Eu? Não tenho problemas, tenho é muita sorte e espero sinceramente que ela não me abandone, porque não há dia em que não lhe agradeça a sua presença na minha vida.