24.8.10

carabinieri

Michelangelo

A criação: O sol e a lua [1511]

la macchina


Ferrari Dino

il tenore

Alla Margherita

Primeiro era chamada de "piscea" e lembrava o pão Sírio [pita].
A tranformação de piscea em pizza deveu-se a Don Rafaelle Espósito, proprietário de uma famosa pizzaria de Nápole, a Pietro il Pizzaiolo. No Verão de 1889, cozinhou no palácio Capodimonte que albergava suas magestades o rei Humberto I e a rainha Margherita de Sabóia, que estavam em visita à Cidade. O pizeiro prestou homenagem à rainha e cozinhou uma pizza com as cores da bandeira italiana - muzzarela, tomate e mangericão. Sua alteza real, a Rainha Margherita gostou tanto da pizza que Don rafaelle a batizou com o seu nome; Pizza Alla Margherita.

incanto

Sofia Loren

anima di un campione

Alessandro Zanardi

Um exemplo de coragem e persistência.
Depois de lhe serem amputadas as duas perna abaixo do joelho, após um violento acidente em 2001, voltou a acelerar. Pilotando carros adaptados à sua condição, chegou a voltar a pilotar um F1. Entre 2005 e 2009 venceu 3 corridas do campeonato de turismo e em 2010 venceu a maratona paraolímpica de Roma.

cioccolato & nocciole

parlando di Rossi

Sergio Rossi

il doctore

Valentino Rossi

una vergine a Venezia

Francia Italia vince

Carla Bruni

capuccina

Monica Bellucci

23.8.10

memórias


É estranho [no mínimo] googlar ao acaso [quase ao acaso, vá] e encontrar uma imagem do que fez parte do nosso passado. Aqui, à minha frente, uma imagem. Apenas uma imagem, que desencandeia um turbilhão de memórias de infância felizes.
O percorrer dos campos com o Sr. A., as botas metidas dentro das galochas, sentir as ervas molhadas da humidade de noite, o dia a nascer devagarinho, os cães a correr à nossa volta.
A água que vinha da presa, fresca e límpida, que fazia tão bem aos rins do meu avô. As lavadeiras ajoelhadas nas pedras de granito dos regos. As mulheres da lavoura com os cestos da vindima. O milho espalhado na eira. A comida do pessoal do campo. Os refrescos de café. O vinho morangueiro. O depenar das galinhas. Lavar a jaula do cão à mangueirada. O lagar da jeropiga. O gato atrás de mim, sempre atrás de mim. O cão Minho, um Pastor Alemão. O cão Leão, um Castro Laboreiro. Os gansos que não me mordiam. O meu carro vermelho de rodas amarelas para ir às amoras. O assalto aos morangueiros. Debulhar o milho. Trepar à pereira. Rebolar no coradouro. Ter um sítio secreto protegido de intrusos junto à colmeia. As cobras que encontrávamos pelo caminho. Apanhar grilos. Os pintainhos amarelos. Aprisionar escaravelhos. Os relógios a darem badaladas, um a seguir ao outro. A roupa para a missa de domingo. As esfoladelas nos joelhos. Andar descalça por todo o lado. Os banhos no tanque. Os banhos na presa. Apanhar sol em cima da placa dos porcos. O vinho morangueiro aquecido com açúcar amarelo para curar a tosse convulsa [curou]. As farpas nos dedos. Os cães transformados em vacas que levávamos para o monte. Conduzir o carro das vacas. O leite acabado de mungir. Mostrar ao galo garnizé quem mandava no galinheiro. Adormecer dentro do carro das vacas no meio do campo ao sol. Comer marmelada feita pela Titi. Chupar azedas. Andar de mota do portão à garagem. Ter medo das protecções de ferro por cima das portas. Escapulir-me para a cama da Titi a meio da noite. Fugir da matança do porco para o mais longe que conseguia. Tremer ao ver as chamas na mata. Ser a protegida da aldeia. Levar comida ao velhinho da casa ao lado. Descobrir cantos e recantos da quinta. Andar de baloiço. Aprender a andar de bicicleta. Comer uvas morangueiras até ficar com dores de barriga. Fazer vinho. O fogão a lenha. A roupa branca estendida. A minha avó. A vista para o rio. Esconder-me na garagem dentro do carro da Titi e fingir que estava a conduzir. Ver nascer bezerros a meio da noite. Fazer bolos em formas de queques no fogão a lenha em miniatura. Mungir vacas. Apanhar figos quentes do sol e comê-los.
Eu entendi a minha mãe e o meu tio, os meus filhos nunca vão compreender o encanto das memórias que guardo das minhas férias de criança.

Alena da Gigi

Alena Seredova

Gigi di Torino


Gianlugi Buffon

o rato que veio de Roma

Gigio

"dormo"

local: Paraíso
Segundo a ferramenta de tradução do google: muito sono = dormo, em italiano. O que faz todo o sentido [se me deixassem era exactamente o que fazia], das duas uma ou a tradução está engatada ou os italianos estão muito à frente e não é só nos carros.


viva a invasão romana neste blog

Há uns dias atrás referi que o meu próximo carro ia ser um Fiat 500. Foi uma coisa, assim, do momento. A minha carrinha tinha pifado 15 dias após o fim da garantia [é de tirar qualquer um do sério, convenhamos] e num impulso a minha vontade foi empandeirá-la e trocá-la por um Fiat 500, o problema é que preciso de uma bagageira.
Mas, Deus é grande e, a minha carrinha está na oficina e eu troquei um carro do mesmo segmento por um Fiat 500 como carro de substituição.
Gosto de carros, gosto de conduzir, gosto de conduzir carros diferentes. Por 3 dias vou conduzir um Fiat 500 e não podia ter calhado em melhor altura.